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NO MEIO DO FURACÃO – ATÉ QUANDO RESISTIREMOS?

10 de julho de 2018 em Notícias

“Se, por um lado, os especialistas orientam a ocupar a cidade para inibir a violência, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) tem buscado intervir nos eventos que oferecem algum tipo de risco com ações do Corpo de Bombeiros e da Agência de Fiscalização de Fortaleza. Eles agem no combate à poluição sonora e intervêm em locais que não possuem alvará de funcionamento.” Jornal O Povo

O cotidiano do trabalho da fiscalização é sob risco constante, independente de qualquer situação, sendo desnecessário até exemplificar, mas, citando apenas os mais recentes, houve o episódio do Cebolinha, a ameaça de uma facção na GEREFI I, a quase presença da fiscalização no dia da chacina do Forró do Gago e a ameaça de invasão do Mercado Central pelos ambulantes insistentes da José Avelino… (apenas episódios em represálias ao nosso trabalho).

Agrava a situação do dia a dia na ação de fiscalização o fato de a segurança da nossa cidade estar fora do controle das autoridades. Fortaleza, nos últimos dias, se tornou alvo de ataques, supostamente oriundos do crime organizado, e sua população está com os nervos à flor da pele, com ônibus incendiados e chacinas em lugares inimagináveis…

Os ataques à SR IV, quando parte do prédio foi destruído, e à sede da Etufor, com disparos feitos na fachada, mostram claramente que o Município é um dos alvos dos ataques, tendo como alvo principal seus órgãos públicos, onde estamos nós, seus servidores; também os equipamentos que garantem o funcionamento das câmeras de vigilância na Torre de Segurança da Guarda Municipal no bairro Jangurussu foram metralhados e parte das Câmeras foram roubadas;e na madrugada da terça-feira, 27 de março, tentaram atear fogo no pátio de veículos apreendidos da AMC, arremessando bombas incendiárias.

Vale lembrar que não recebemos gratificação de risco de vida, há muito reivindicada pela categoria, benefício já recebido pela Guarda Municipal de Fortaleza.

Solicitamos com urgência o tratamento do problema conosco e a adoção de medidas cabíveis!

INDAGAMOS À GESTÃO MUNICIPAL DE FORTALEZA, PRINCIPALMENTE À AGÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO DE FORTALEZA, QUE MEDIDAS SERÃO TOMADAS PARA PROTEGER AS NOSSAS VIDAS NO EXERCÍCIO DO NOSSO TRABALHO?

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